![]() ![]() ![]() "O estudo demonstra que em 1940, o Nordeste concentrava 98,9% dos católicos do Brasil e no Censo de 2000, a região manteve-se com a maior proporção de católicos (79,9%). Em relação aos evangélicos, o Sul apresentava o maior percentual regional (8,9%), enquanto em 2000 esta liderança foi ocupada pela região Norte (19,8%). Entre os estados, Rondônia apresentou um aumento extraordinário entre os evangélicos, no período 1940/2000, chegando a 27,2% da população total. A perda de integrantes católicos no estado também impressiona: -39,8%. Piauí manteve-se como o estado com o maior percentual de católicos entre a década de 40 (99,6%) e o ano 2000 (89,8%)”. O texto do IBGE também divulgou informações que dizem respeito ao tema família. Uma delas é que o “percentual de solteiros caiu e aumentaram as uniões consensuais. Na década de 40, mais da metade das pessoas (51,6%) com 10 anos ou mais eram solteiras, enquanto em 2000 o percentual caiu para aproximadamente um terço (38,5%) da população nesta faixa. No sentido contrário, os casados cresceram de 42,2% para 49,5% da população nesta faixa de idade, e os desquitados e divorciados de 0,2% para 4,1%”. Relatou também: “O percentual de viúvos caiu de 5,9% para 4,1% neste período. Em 1940 o estado com o maior percentual de solteiros era Amapá (62,1%), enquanto em 2000 era o Piauí (43,3%). Tanto em 1940 quanto em 2000, os homens eram maioria entre os solteiros, sendo que em 1940 a região Norte apresentava proporção significativa de homens solteiros (62,6%). Uma característica revelada pelo Censo de 2000 foi o aumento das uniões consensuais, fato não investigado em 1940. A maior proporção de casados, em 1940, estava no Sudeste (44,6%), enquanto 60 anos mais tarde, o Sul tinha a maior proporção (54,6%)”. Segundo o Instituto, “o declínio da taxa de fecundidade e a redução da mortalidade contribuiu para o estreitamento da base da pirâmide etária brasileira, entre os Censos de 1940/2000, com redução no número de jovens e ampliação dos idosos. Enquanto o contingente de pessoas entre 0 a 14 anos decresceu, no período estudado, de 42,9% da população para 29,6%; na faixa etária de 15 a 59 anos, houve aumento de 53% para 61,8%, bem como entre os idosos (60 anos ou mais), passou de 4,1% para 8,6%. Em relação ao peso dos inativos (crianças, adolescentes e idosos) sobre o segmento populacional potencialmente ativo, no primeiro Censo abordado nesse estudo havia 88,7 inativos para cada 100 pessoas em idade ativa, enquanto em 2000, eram 61,7 inativos”. |
01 junho 2007
Crescimento de evangélicos é um dos destaques de novo estudo do IBGE
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